domingo, 26 de setembro de 2010

Eu, tu, ele, nós... alienados!

Ultima quinta feira (23/09/10), aula ainda a respeito da credibilidade de textos, revistas, jornais.

É óbvio que qualquer texto segue uma tendência, própria do autor ou de quem o paga, sendo assim, o mais importante não é o fato de um texto seguir uma tendência negativa ou positiva e sim quais as proporções dos seus reflexos na sociedade. Um texto pode seguir um estilo fora dos padrões convencionais e não chamar tanto a atenção do público como um texto trivial, mas rico em imagens, num layout altamente PROPAGANDA, que as vezes nós lemos e nem percebemos a indução que exerce sobre nós, e compramos, defendemos, usamos e recomendamos aquele produto desnecessário, é a moda, todo mundo faz assim ué! (risos). E é fácil perceber que nem o mais alto senso crítico está isento de sua moderada quantidade de alienação. Todos tem seus gostos, somos egocêntricos, nem sempre é algo supérfluo, pode ser para quem está a parte, porém quem usa sente-se bem e daí? O cuidado que devemos ter é até quando controlamos nosso ego; Alienação, moderada!

Várias pessoas caminham numa linha estreita entre os desejos individuais inerentes a qualquer ser e a falta de personalidade, e por incrível que pareça quando chega as eleições algumas usam como critério de voto a beleza dos candidatos, os que prometem festas, cestas básicas... hmm a melhor piada.
Será que essas pessoas são assim porque gostam de ser idiotas? Ou será que durante sua vida escolar todos os textos trabalhados pelos professores seguiam uma tendência de pouco raciocínio? Acho que a segunda alternativa é a que mais se aproxima da realidade brasileira, somos o país dos analfabetos funcionais, o que importa são os números, o Brasil tem que mostrar para o mundo que não é mais país de analfabetos, afinal, evoluímos, funcionais.
E para que serve ao governo um povo pensante? É melhor deixar isso quieto, se uma catástrofe dessa acontece, não haverá quem compre os produtos dos patrocinadores da campanha deles e ainda se dê ao desprazer de votar.


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Em momentos de raiva...


E se fosse você?

Informação demasiada

Ontem (16/09/10) participamos de uma aula bastante interativa, uma continuação da aula de terça feira (14/09/10). O Prof. separou os alunos em grupos, cada grupo ficou com a tarefa de analisar textos de revistas, jornais e e-mails. Após essa análise um membro de cada equipe apresentou o grau de confiabilidade de um e-mail, a partir da opinião dos membros. A maioria das mensagens eletrônicas foram consideradas com pouco grau de confiabilidade ou nenhum, por ser um meio de comunicação de fácil acesso, carência de fontes confiáveis, sem referências e levando em conta os inúmeros casos de violação de informação que vemos nos noticiários.
O e-mail que li tratava da infecção de pessoas pelo transmissor da doença de Chagas, presente em uma safra de feijão, que não foi retirada do mercado, facilitando assim o consumo e a contaminação. O conteúdo alerta para que tenhamos mais cuidado com o grão, por sinal tão presente no dia-a-dia do brasileiro, porém as imagens contidas eram altamente dubidativas, os aspectos do inseto não se aproximavam do real transmissor, não continha uma referência, nenhum órgão responsável por fiscalizar esse tipo de ação foi citado. Parecia mais uma tentativa de boicote a algum empresário do ramo agropecuário do que um informativo preocupado com a saúde pública. Inferimos que era falso, importante, mas falso e representante de interesses escusos. É muito importante que questões como essas sejam levantadas, pois, quase nunca atentamos para aquilo que está em nossas mesas, a não ser quando o prejuízo é imediato.
Outros grupos falaram sobre a gravação de informações de hospedes em cartões magnéticos por parte de hotéis e pousadas (considerada confiável), a criação da igreja em adoração a satanás envolvendo empresas importantes (dubidativa, será? tudo é possível), o chumbo presente em batons de grandes marcas de cosméticos (outro caso de boicote?!) e outros.
Este tipo de atividade além de iluminar nosso pensamento em relação a nossa saúde, também nos mostra o quanto os textos virtuais são vulneráveis a más intenções, nem tudo aquilo que a mente consome é realmente verdade, faz se necessário um senso crítico cada vez mais aguçado. As vezes não nos damos conta do quão importante é o ato de ler com atenção.

domingo, 12 de setembro de 2010

Tudo é provável?!

Em aula anterior o professor recolheu da turma questionários em que cada um respondeu a três perguntas, entre elas: O que é ciência? E algumas pessoas disseram que está relacionada a experimentação e hipótese. Não é errôneo afirmar esse tipo de coisa, mas a ciência vai além e é mais hipótese que experimentação.
Existem algumas ciências deficientes no quesito experimentação ou que demoram mais que outras para que os resultados sejam obtidos, por exemplo, as sociais. Para saber o comportamento dos indivíduos, a incidência de doenças, a taxa de mortalidade, de emprego em determinada região é necessário um estudo detalhado, podendo durar anos. Ou se quisermos saber o tamanho da fé de um crente em deus(es)? Estaria ai uma das limitações da ciência? A fé é abstrata! Além do mais enquanto 'manipulada' pelo homem a ciência é passível de erros.

Eu me pergunto, qual a finalidade da ciência?

Inventar parafernálias que não servem para nada? Incentivar a guerra? Curar doenças? Explorar o nosso e outros mundos? Criar atalhos? Ou simplesmente o lucro?

Desde que me entendo como ser pensante, ou não, vejo em noticiários: salvação de enfermos, grandes descobertas, riquezas, longevidade, muitas coisas boas; Mas também a miséria, a xenofobia, o egoísmo, as batalhas, a adoração ao acúmulo de bens materiais. O homem que estende a mão é o mesmo que mata com altos requintes de crueldade, será que a tecnologia chegou ao homem bom e não ao mau? Não! A ciência não manda matar, ela incita e dá as ferramentas, você escolhe entre usá-la para o bem ou para o mal, caso não existisse a possibilidade de ascensão e lucros exorbitantes as tensões mundiais seriam menores.

E nos primórdios quando não se podia contar com a sofisticação atual?

Essa parece fácil, necessidade! Imagino que o homem das cavernas buscava ferramentas que pudessem facilitar a sua sobrevivência e nessas buscas encontrou-as. Hoje na era contemporânea o que se vê são cientistas ora buscando soluções para os problemas da humanidade ora buscando problemas para a humanidade, alguns lucram com isso. Mas até mesmo quando se tem uma boa intenção é possível que se crie algo negativo, a tecnologia é vasta e muitas vezes foge do controle de nossas ingênuas mãos, é preciso ter cuidado com o que se faz.
Há países que impõem regras aos seus pesquisadores, outros são altamente liberais, dizer o que leva tais países a liberar ou proibir a pesquisa é algo colossal e que reúne uma série de fatores, os quais prefiro deixar para outro momento, já o que pode acontecer onde não há limites é imaginável, imensas mudanças, boas e maléficas.
Estou começando a temer o terrorismo biológico, infelizmente, entre outros.


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

None but ourselves can free our minds

Me deixe pensar
Eu quero ser livre

Não me sufoque
Aprendi a ser livre

Hoje sou liberto
Eu sei ser livre...

Nem tudo que escrevo é exclusivamente para o leitor, é também para mim... para nós.

Diferentes formas de pensar

Planejamento do semestre apresentado; temos que ler mais, estudar mais.

Prof. Éric citou a respeito das diferentes formas de pensar, algo que chamou minha atenção, é um assunto em que não costumamos refletir, mas que está bastante presente em nosso dia-a-dia. Cada individuo tem um modo único, especial de aplicar suas principais habilidades para aprender de uma forma mais agradável e produtora. Há os que gostam de sons, de silêncio, lugares excêntricos, companhia, solidão, textos afins, imagens, tato... tudo o que lhes propiciar momentos de total concentração, suprindo assim as necessidades individuais.
Eu costumo me inspirar em lugares, canções, por exemplo: Where is the love? (Black Eyed Peas), essa letra me envolve, faz pensar sobre o caos que vivemos de não respeito e desamor ao próximo, o sofrimento dos mais necessitados, no mais, é uma viagem muito longa... um transporte para outro mundo, um mundo só meu que também mergulho pelos reggaes do grande Bob, além dos de Edson e Sine, grandes conterrâneos.
Metacognição, que palavra louca é essa?
Não foi meu primeiro contato com ela, sabia que era algo sobre conhecimento, não me recordava seu real valor semântico, então...

O que é a metacognição?

Metacognição é o conhecimento e a consciência que se tem de seus próprios processos de pensamento e estratégias e a capacidade para avaliar e regular os processos de um pensamento próprio.

(Wilson, 14) É aprender a pensar sobre o como e o porquê do que se faz.

Fonte: http://www.gtav.asn.au/interaction/issues/v29n4_dec01/metacognition.htm

Foi neste site que encontrei uma definição mais próxima da que foi dada pelo Prof., a metacognição nada mais é que uma análise daquilo que fazemos e pensamos. Não simplesmente pensar de tal forma qual fazemos em nosso cotidiano, tem que ser inédito.